DNS Domínios

Entenda e configure sua Zona DNS

Entenda e Configure sua Zona DNS

Já passou pela sua cabeça como que você consegue acessar um site? Como que seu computador conseguiu reconhecer este site e abriu para você? É o DNS que é responsável por dar nome aos seus e também responsável por todo este processo. Vamos partir desse princípio, e neste artigo entenda e configure sua zona DNS de uma forma que você não terá mais dúvidas sobre este assunto.

O que é DNS?

Antes de saber mais sobre como configurar sua zona DNS é preciso entender para o que o DNS server. DNS significa Sistema de Nome de Domínios (Domain Name System), ele é um sistema de ligação entre identificar o site (domínio) e o número de IP, por exemplo, (123.456.7.89).

Por se tratar de um sistema bem completo, existem inúmeros servidores dedicados para realizar este processo ao redor do mundo. Cada máquina com esses servidores possuem uma lista de nomes de sites e os números correspondentes para identificar esses domínios. Então ao pedir um endereço de uma página, a informação chega a esses servidores e são encaminhados para o site que foi pesquisado.

Entenda e Configure sua zona DNS

DNS: Zona x Servidores

Todo DNS está inserido num espaço virtual, chamado de Zona. A Zona DNS é este lugar onde se pode gerenciar e editar entradas de DNS dos sites, e-mails e outros serviços relacionados ao domínio.

Quando é feita alguma alteração de configuração dentro das Zonas DNS, leva-se algum tempo (até horas) para atingir o resultado final esperado. Por isso que em alguns casos acontece “erro de DNS”, pode ser tanto por uma alteração nesse espaço virtual como citado acima, como também a falta de conexão entre o domínio e o IP.

Configure sua Zona DNS

Em muitas das vezes quando você quer abrir uma página na internet e se depara com as famosas mensagens “problema de DNS” ou “erro de DNS”, é possível que você precise mudar algumas configurações do sistema operacional para que consiga voltar a acessar os sites. Abaixo segue um passo a passo de como configurar sua Zona DNS. Estas dicas servirão para três tipos de sistemas operacionais: Windows, Linux e Android.

Entenda e configure sua zona DNS

Windows:

  1. No Windows, clique na tecla Windows + R (janela de execução), e digite ncpa.cpl. Ou simplesmente acesse no Painel de Controle as Conexões de Rede.
  2. Com o botão direito do mouse, clique na opção de rede que você está conectado e vá até a aba Propriedades.
  3. Dentro dessa aba, encontre o protocolo tcp/ip ipv4 e clique sobre ele, depois vá em Propriedades novamente.
  4. Abrirá uma nova janela e marque a opção “obter um endereço de IP automaticamente” e “use o seguinte endereço de servidor DNS”.
  5. Agora é só colocar o endereço de DNS do Google e pronto. As opções são: 8.8.8.8 / 4.4.4.4 / 4.2.2.2

Linux:

  1. Abra o terminal e coloque o comando # apt-get install resolvconf
  2. Acesse como superusuário e com um editor de texto, o arquivo /etc/resolvconf/resolv.conf.d/head
  3. Depois edite o arquivo colocando o endereço DNS (podendo ser os DNS do Google citados acima)
  4. Salve as alterações e reinicie o computador, e pronto!

Android:

  1. No seu sistema Android, abra o Wi-Fi que você está conectado
  2. Depois clique em Modificar Rede (Modify Network)
  3. Selecione a opção Estático e insira no IPv4 address o IP do Google, neste caso pode ser o 8.8.8.8 e o 4.4.4.4, no campo DNS 1 e DNS 2 respectivamente

Tipos de Zonas DNS

  • Zona Primária: Quando o DNS hospeda a zona, é chamado de Zona Primária. Sendo assim, o servidor DNS passa a ser o principal centro de informações e guarda uma cópia mestra de todos os dados da zona num arquivo local ou no AD DS. Este arquivo possui um nome padrão: nome_da_zona.dns.
  • Zona Secundária: O nome secundário se dá quando as informações que estão nessa zona de servidor são resgatadas de outro computador DNS remoto. Como a zona secundária é uma cópia da zona primária que está hospedado em outro servidor, não pode ser armazenado no AD DS.
  • Zona de Stub: Este servidor DNS fornece somente informações dos servidores autoritativos desta zona. Ele precisa ter acesso à rede do DNS remoto para copiar as informações de servidor. Funciona somente com esta ligação, ao contrário da Zona Primária, que as informações principais já estão ali e não precisam ser resgatadas em outro local.

Tipos de Registros DNS:

  • A (Address): Direcionam para o endereço IP
  • CNAME (Canonical Name): Seguem para outro endereço
  • MX (Mail Exchange): Apontam para o servidor de e-mail correspondente ao domínio
  • NS (Name Server): São os servidores DNS que atendem pelo domínio
  • TXT: São usadas nas configurações de e-mails
  • SOA (Start of Authority): Indicam as características de uma Zona de DNS
  • SRV: Estabelece as localizações de serviços publicados, portas e protocolos
  • AAAA (IPv6): Esquematiza um nome de DNS para um endereço IPv6
  • HINFO: Armazenador de informações do hardware do servidor DNS
  • PTR: Usado em zonas reversas
  • A6: Pode especificar um endereço IPv6 completo ou parcial
  • AFSDB: Mapeia um nome de domínio para um servidor de banco de dados
  • DNAME: Mapeia uma subárvore completa do namespace do DNS pra outro domínio
  • LOC: Delimita informações sobre localização, sub-redes e redes dos computadores no mundo
  • NAPTR: Mapeia servidores e endereços de usuários no SIP (Session Initiation Protocol)
  • RP: Possui o e-mail da pessoa responsável pela zona ou host

Conclusão

Agora ficou mais fácil de entender todo este processo não é mesmo? O DNS é a ponte entre o nome de domínio (site) e um endereço de IP (máquina), dessa forma o DNS entende a mensagem e traduz isso ao seu computador para abrir a página buscada.

Você também entendeu os diversos tipos de zonas de entradas de um DNS, como configurá-lo nos dispositivos Windows, Linux e Android. Gostou? Agora que você aprendeu, não sofra mais com falta de internet no seu computador o fique perdido quando se deparar com algum problema de DNS.

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